• Sobre
  • Política de Privacidade
Portal Muito Mais Positivo
Vsocial - Agora eu posso!
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
Portal Muito Mais Positivo
No Result
View All Result

Festival das Culturas Indígenas transforma Museu do Pontal em palco de saberes ancestrais no Rio

Evento gratuito reúne povos originários, oficinas, rituais, música e exposição artística que conecta territórios e valoriza a diversidade cultural indígena brasileira

13/04/2026
© Museu do Pontal/Divulgação

© Museu do Pontal/Divulgação

O Festival das Culturas Indígenas retorna em sua terceira edição e promete transformar o Museu do Pontal, na Barra da Tijuca, em um espaço vibrante de celebração, aprendizado e valorização das tradições dos povos originários do Brasil. O evento, que ocorre neste sábado (11) e domingo (12), reúne representantes de diversas etnias em uma programação gratuita que combina arte, educação, espiritualidade e convivência cultural.

A proposta do festival vai além da exibição de manifestações culturais: trata-se de uma imersão nas vivências indígenas, promovendo o contato direto do público com saberes ancestrais que atravessam gerações. Participam desta edição povos como Wauja, Guajajara, Xakriabá, Kaiapó, Kamayurá, Puri, Pataxó, Wapixana, Guarani Mbyá e Guarani Tenonderã, que conduzem atividades, apresentações e oficinas ao longo dos dois dias.

Vivências e protagonismo indígena

Um dos principais diferenciais do festival é o protagonismo dos próprios indígenas na condução das atividades. São eles que compartilham seus conhecimentos por meio de rituais, danças, cantos, oficinas e rodas de conversa. A experiência permite que o público compreenda a cultura indígena de forma autêntica, sem intermediários.

No sábado, a programação começa com atividades voltadas para crianças, incluindo a participação de jovens da Aldeia Mata Verde Bonita, localizada em Maricá. A interação acontece por meio de brincadeiras tradicionais, reforçando a importância da transmissão cultural desde a infância.

Ainda no mesmo dia, o evento destaca o papel das mulheres indígenas com a realização de oficinas e rituais. Um dos momentos mais aguardados é a apresentação do ritual Yamurikumã, conduzido por mulheres do povo Wauja, que envolve danças, pinturas corporais com jenipapo e urucum e cantos tradicionais que celebram a força feminina.

Arte, memória e identidade

Outro ponto alto do festival é a exposição Roraimarte III, do artista indígena Gustavo Caboco, do povo Wapixana. A mostra propõe uma reflexão inovadora ao conectar o Monte Roraima — território sagrado para povos amazônicos — ao planeta Marte.

A ideia surgiu a partir da nomeação feita pela NASA a uma região marciana chamada “Roraima”, em referência à semelhança geológica com o monte brasileiro. A exposição reúne fotografias, pinturas e esculturas que exploram deslocamentos, identidade e memória indígena.

Segundo o artista, o trabalho também é uma forma de preservar e fortalecer a cultura Wapixana, especialmente entre os jovens. “A arte é uma ferramenta poderosa para manter viva a memória do nosso povo”, destaca.

A abertura da exposição contará com a presença do artista, além dos curadores Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque, reforçando o diálogo entre arte contemporânea e tradição indígena.

Educação e inclusão cultural

O festival também cumpre um papel educativo importante. Ao aproximar o público das culturas indígenas, contribui para desconstruir estereótipos e ampliar o entendimento sobre a diversidade dos povos originários.

A curadoria do evento é assinada pelos educadores indígenas Carmel Puri e Pacary Pataxó, que atuam diretamente na promoção da cultura indígena em contextos urbanos. Ambos desenvolvem trabalhos voltados à educação, levando conhecimentos tradicionais para escolas e espaços culturais.

Além disso, o evento promove inclusão ao envolver crianças, jovens e pessoas com diferentes perfis em suas atividades. Oficinas como a confecção de petecas, colares de sementes e rodas de musicalização incentivam a participação ativa do público.

Música, espiritualidade e conexão com a natureza

A programação musical também é destaque, com apresentações de corais indígenas que trazem cantos tradicionais carregados de espiritualidade e conexão com a natureza. No sábado, o Coral da Aldeia Mata Verde Bonita se apresenta, enquanto no domingo é a vez do Coral Mbyá Guarani da Aldeia Sapukai.

As apresentações reforçam a importância da música como elemento central nas culturas indígenas, funcionando como meio de transmissão de conhecimentos, histórias e valores.

Um espaço de resistência e valorização

O Museu do Pontal, conhecido por seu acervo dedicado à arte popular brasileira, consolida-se como um importante espaço de valorização das culturas indígenas. Com mais de 10 mil peças em seu acervo, o museu tem ampliado sua atuação para incluir iniciativas que promovem diversidade, inclusão e educação cultural.

A realização do festival reflete o crescente interesse do público em conhecer mais sobre os povos originários e suas contribuições para a sociedade brasileira. Ao mesmo tempo, evidencia a importância de iniciativas que promovam o diálogo intercultural e o respeito à diversidade.

Para a diretora Angela Mascelani, o evento é uma oportunidade única de aproximar diferentes realidades e fortalecer a presença indígena no cenário cultural. “É fundamental criar espaços onde essas vozes possam ser ouvidas diretamente”, afirma.

Serviço e acesso

A entrada para o festival é gratuita, e o museu disponibiliza transporte por meio de vans que partem da estação Jardim Oceânico, facilitando o acesso do público. A recomendação é chegar cedo, já que as atividades estão sujeitas à lotação.

Ao reunir tradição, arte e educação em um só espaço, o Festival das Culturas Indígenas reafirma a importância de preservar e valorizar os saberes dos povos originários — não apenas como herança cultural, mas como parte viva e essencial da identidade brasileira.

Fonte : Agência Brasil

Tags: culturas indígenaseducação culturalexposição artísticaMuseu do Pontalpovos origináriosRio de Janeirotradição indígena
VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso!

Busque por Categoria

  • Caruanas
  • Mundo Positivo
  • Notícias Atuais
  • Pessoas Positivas
  • Poder Público Agindo
  • Serviço Voluntário
  • Sociedade Civil
  • Taquiprati
  • Voluntariado

© 2020 Portal Muito Mais Positivo

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários

© 2020 Portal Muito Mais Positivo