• Sobre
  • Política de Privacidade
Portal Muito Mais Positivo
Vsocial - Agora eu posso!
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
Portal Muito Mais Positivo
No Result
View All Result

Festival Marco Zero Transforma Brasília em Palco de Dança Urbana

Evento reúne artistas brasileiros e angolanos com forte participação indígena e negra em espaços públicos do Distrito Federal

12/07/2024
© Valter Campanato/Agência Brasil

© Valter Campanato/Agência Brasil

O Festival Marco Zero, evento que celebra a dança em paisagem urbana, começou neste sábado (6) e segue até o próximo sábado (13), transformando os enormes gramados do Distrito Federal e locais icônicos como a Torre de TV, a Rodoviária do Plano Piloto e o metrô em palcos vibrantes. Com 16 intervenções artísticas e duas oficinas, o Festival Marco Zero conta com a participação de artistas brasileiros e angolanos, destacando a forte presença indígena e negra. As apresentações são gratuitas e convidam o público a explorar as diversas possibilidades do corpo que dança pela cidade, ocupando centros culturais e comerciais em Taguatinga, Ceilândia, Núcleo Bandeirante e Plano Piloto.

A abertura do Festival Marco Zero ocorreu no gramado da 216 norte, ao som dos maracás, dos passos de toré e das rezas, conectando a natureza e a cidade. A artista indígena Idiane Crudzá, do Povo Kariri – Xocó, de Alagoas, apresentou “Toda Cidade Já Foi Floresta”. Este início marcante simboliza a fusão do cotidiano com manifestações extraordinárias, uma característica central do festival. Marcelle Lago, dançarina, idealizadora e coordenadora do Festival Marco Zero, explica: “A rua representa a fusão do mundo ordinário, cotidiano, corriqueiro e das manifestações extraordinárias, imponderáveis. Escolher agir nesse espaço de resistência, eminentemente feito de memórias, de fluxos e presenças distintas, é o fio condutor do Festival Marco Zero desde sua criação há quase 20 anos.”

Com recursos do Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023, a edição deste ano do Festival Marco Zero traz talentos como a atriz e performer mineira Idylla Silmarovi e a artista mato-grossense Kiga Bóe, indígena do povo Bóe Bororo, da aldeia Meruri. A Companhia Dual, de São Paulo, também faz parte da programação e apresenta na Torre de TV o espetáculo “Duo para 2 Perdidos”, uma releitura do texto teatral “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de Plínio Marcos. De Pernambuco, o festival recebe a artista Rebeca Gondim, que apresentará “Revinda” na sexta-feira (12), no Mimo Bar (SQN 205). A dança de Rebeca expressa as histórias do povo preto periférico, com movimentos que evocam brincadeiras populares, improviso dos mestres de cerimônia e as esquivas do frevo. Também de Pernambuco, Gabi Holanda e a Plataforma Beira encenam “À Beira”, que aborda as angústias e esperanças de quem vive às margens dos rios e mangues, ameaçados pela especulação imobiliária. O projeto Seio Sonoro, de Brasília, é outra atração do Festival Marco Zero, com uma apresentação marcada para o Metrô Galeria. Concebido por um coletivo de mulheres da dança e da música, o projeto apresenta “Ser Uma”, um duo com música autoral de mulheres da cidade.

O festival conta com uma apresentação internacional do grupo angolano Idaebteam, que traz “Tatu Panji Angola”. A intervenção narra a história e os caminhos de três irmãos dançarinos, conduzindo o público por um misto de emoções e apresentando um registro vibrante da cultura angolana. Vandro Poster, Geo e Didi BB exploram suas características únicas na arte da dança, enriquecendo a programação com uma perspectiva internacional.

A programação do Festival Marco Zero inclui também o coletivo Debonde (RJ), a Cia. Corpus Entre Mundos (DF), o artista Kaled Hassan (DF), o dançarino Guel Soares (DF), a atriz e performer Maria Eugênia Félix (DF) e o dançarino Iago Gabriel (DF). Essas apresentações diversificadas garantem uma semana rica em expressões artísticas, celebrando a diversidade cultural e a resistência através da dança.

O Festival Marco Zero é um espaço de resistência cultural e celebração da diversidade. Ao trazer artistas de diferentes regiões e origens, o evento não apenas enriquece o cenário cultural de Brasília, mas também oferece ao público a oportunidade de refletir sobre a importância da ocupação dos espaços públicos com arte e cultura. As apresentações gratuitas democratizam o acesso à cultura, permitindo que todos possam experimentar e se inspirar nas múltiplas formas de expressão artística. Com quase 20 anos de existência, o Festival Marco Zero continua a ser uma referência na promoção da dança urbana e na valorização das memórias, fluxos e presenças distintas que compõem a paisagem cultural brasileira.

Fonte: Agência Brasil

Tags: Arte IndígenaBrasíliaCulturaDança UrbanadiversidadeFestival Marco ZeroPerformances Artísticas
VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso!

Busque por Categoria

  • Caruanas
  • Mundo Positivo
  • Notícias Atuais
  • Pessoas Positivas
  • Poder Público Agindo
  • Serviço Voluntário
  • Sociedade Civil
  • Taquiprati
  • Voluntariado

© 2020 Portal Muito Mais Positivo

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários

© 2020 Portal Muito Mais Positivo