• Sobre
  • Política de Privacidade
Portal Muito Mais Positivo
Vsocial - Agora eu posso!
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários
No Result
View All Result
Portal Muito Mais Positivo
No Result
View All Result

Novo recorde: Governo Central registra superávit histórico de R$ 84,9 bilhões em janeiro

Resultado surpreende analistas e consolida terceiro melhor desempenho desde 1997, impulsionado pelo aumento da arrecadação

01/03/2025
© José Cruz/Agência Brasil

© José Cruz/Agência Brasil

As contas do Governo Central, que englobam o Tesouro Nacional, a Previdência Social e o Banco Central, registraram um superávit primário de R$ 84,882 bilhões em janeiro de 2025. O resultado representa um crescimento real de 2,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo positivo foi de R$ 79,462 bilhões.

O desempenho de janeiro é o maior já registrado para o mês em termos nominais desde o início da série histórica, em 1997. No entanto, ajustado pela inflação, o montante ocupa a terceira melhor posição, ficando atrás dos valores registrados em janeiro de 2022 e 2023.

O resultado surpreendeu analistas do mercado financeiro, que projetavam um superávit de R$ 83,4 bilhões para o mês, conforme a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada pelo Ministério da Fazenda.

Meta fiscal e projeções para 2025

O superávit primário corresponde à diferença entre receitas e despesas, excluindo o pagamento de juros da dívida pública. A meta estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e pelo novo arcabouço fiscal para 2025 é de déficit zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB), o que permite um déficit de até R$ 30,97 bilhões no limite inferior.

O Orçamento de 2025, previsto para ser votado em março, estima um leve superávit de R$ 3,7 bilhões para o Governo Central. No entanto, esse valor não inclui despesas fora do arcabouço fiscal, como precatórios. Se consideradas essas obrigações judiciais, o déficit primário projetado sobe para R$ 44,1 bilhões.

Arrecadação e crescimento da receita

Em janeiro, as receitas líquidas do governo aumentaram 8,4% em termos nominais e 3,7% acima da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No mesmo período, as despesas totais subiram 9,2% em valores nominais e 4,4% em termos reais.

A arrecadação federal atingiu um recorde no mês, impulsionada pela recomposição da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre combustíveis, pela maior arrecadação do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Além disso, o Imposto de Importação teve alta expressiva devido à valorização do dólar e ao crescimento econômico.

Apesar do desempenho positivo, as receitas não administradas pela Receita Federal tiveram queda de 2,5% em termos reais, influenciadas pela ausência de um grande depósito judicial registrado em janeiro de 2024.

Despesas públicas e investimentos

Os principais fatores para o aumento das despesas em janeiro foram os gastos com a Previdência Social, que cresceram 2,4% acima da inflação, devido ao aumento no número de beneficiários e à valorização do salário mínimo. O Benefício de Prestação Continuada (BPC) também registrou uma alta significativa, com aumento real de 14,8%.

Os gastos obrigatórios com controle de fluxo, que incluem programas sociais, subiram 6,3% em termos reais, puxados pelo aumento nos investimentos em saúde, que cresceram R$ 2,4 bilhões no período.

Enquanto isso, os gastos discricionários (não obrigatórios) tiveram alta real de 25,2%. Por outro lado, as despesas com o funcionalismo público federal caíram 4,2% acima da inflação, reflexo do atraso na aprovação do Orçamento de 2025, que postergou o pagamento de reajustes concedidos anteriormente. O pagamento será feito retroativamente quando o orçamento for sancionado.

Os investimentos públicos, que incluem obras e aquisição de equipamentos, somaram R$ 3,239 bilhões em janeiro, um aumento expressivo de 73% acima da inflação na comparação anual. O Tesouro Nacional atribui essa volatilidade ao ritmo variável no andamento das obras públicas.

Perspectivas para o ano

O Ministério da Fazenda avalia que o desempenho positivo em janeiro reflete a estratégia do governo para manter o equilíbrio fiscal e cumprir a meta de déficit zero. No entanto, especialistas alertam que o restante do ano será desafiador, uma vez que o superávit registrado no primeiro mês costuma ser impulsionado por fatores sazonais, como o recolhimento de tributos anuais.

O governo seguirá monitorando as receitas e despesas para garantir que as metas fiscais sejam cumpridas e que o país continue trilhando um caminho de responsabilidade fiscal.

Fonte: Agência Brasil

Tags: arrecadaçãocontas públicasdespesaseconomiaGoverno FederalorçamentoPrevidência SocialreceitasuperávitTesouro Nacional
VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso! VSocial - Agora eu posso!

Busque por Categoria

  • Caruanas
  • Mundo Positivo
  • Notícias Atuais
  • Pessoas Positivas
  • Poder Público Agindo
  • Serviço Voluntário
  • Sociedade Civil
  • Taquiprati
  • Voluntariado

© 2020 Portal Muito Mais Positivo

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Sobre
  • Notícias Atuais
  • Poder Público Agindo
  • Sociedade Civil
  • Voluntariado
  • Mundo Positivo
  • Pessoas Positivas
  • Serviços Voluntários

© 2020 Portal Muito Mais Positivo